2018Ago04
Um vinho que tem um começo de experiÇencia complicado, mas que com o passar do tempo se ajusta para algo bem mais satisfatório... bebendo Raices Crianza D.O. Valdepeñas 2014
Hoje dia de abrir mais uma garrafa de vinho, e um vinho que passa de 4 anos, o que é bem difícil de fazer ou escrever, e como a curiosidade é uma boa aliada da crítica, nada melhor que experimentar e ver no que vai dar. A garrafa é simples, porém ares de refino, o amarelo predominante é incomum para um vinho e sempre é uma cor utilizada em algo mais refinado, e aqui chama certa atenção, mas isso também pode esconder um pouco a marca e os detalhes do rótulo, deixando tudo muito amarelo e dourado. A primeira sensação a ser sentida foi o aroma, que é muito forte, e puxa demais para o teor alcoólico, e dá uma impressão bem intensa de ser uma bebida com teor muito exagerado para um vinho e pode afastar quem não está acostumado com algo assim, mas aqui já se nota algo bem diferente, com o passar do tempo o aroma diminui, parecendo que é só algo associado a abertura da garrafa. O sabor segue um caminho parecido, uma intensidade bem forte inicialmente e nos primeiros goles, aqui o sabor ainda consegue ter algo levemente frutado, os dois primeiros goles principalmente parecia até um pouco outro destilado, de tão forte no teor que estava. A curiosidade fica bem para o passar dos goles, o vinho vai enfraquecendo bastante, dando espaço para a fruta aparecer, de forma um tanto cítrica e não tão seca, mostrando uma sensação bem mais interessante, principalmente nos goles mais longos. Nos goles curtos a experiência é um tanto limitada, as sensações se resumem à simples mistura de algo frutado com um teor alcoólico mais intenso. Já em goles mais longos a experiência parece mais completas, a sentido seco se acentua e a mistura de sabores fica mais clara e interessante, deixando o paladar bem mais agradável. No geral, um vinho que tem uma intensidade muito exagerada inicialmente, que pode até afastar muitos que procuram algo com mais sabor, mas que com o passar dos goles se mostra algo mais interessante e menos assustador, mostrando que dar uma segunda chance, ou um segundo gole, pode ser uma boa ideia para esse vinho.
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